Gestão Moderna x Papel

Jonga Werther/ agosto 15, 2017/ Gestão/ 0 comments

Uma gestão moderna de bares e restaurantes deve ser operacionalizada para funcionar sem impressora ou papel“. Isso é verdade? Concorda com essa afirmativa?

Independente se você concorda ou não, algumas perguntas ficam no ar. Por exemplo, nesse caso de “sem papel” como ficam os pedidos? Como a cozinha vai ser informada dos pedidos? Como o cliente vai saber o pedido (no caso de estabelecimentos que funcionam a base de senha ou número do pedido)? E a conta ou conferência do seu consumo?

Para tentar responder melhor essas questões, vamos pegar como exemplo o e-buteko. Ele se apresenta como uma solução bem moderna, mas será que tem essas respostas?.

Em relação aos pedidos o e-buteko acompanha todos os pedidos em todas as suas etapas, desde a sua criação até a sua entrega ao cliente e aceitação. Assim que o pedido é lançado no sistema, imediatamente ele aparece na tela da cozinha (ou bar, se bebida) onde o responsável pode avisar quando estiver pronto ou até recusar, se o produto do pedido estiver em falta. Depois o produto pode ser servido ao cliente, onde existe a possibilidade de finalizar o pedido ou até do cliente devolver, se não estiver a seu gosto. Isso tudo através da tela de acompanhamento de pedidos. E, com isso, a cozinha, bar e colaboradores em geral do estabelecimento podem ter conhecimento de como está o pedido a qualquer momento. Da abertura do pedido até a sua finalização. E, se bem supervisionado pelos colaboradores, sem nenhum espaço para o pedido ser “esquecido” ou posto de lado. Para que papel para isso, não é mesmo?

Relativo à conta ou conferência de consumo, o e-buteko pode gerá-la em um arquivo PDF e enviar para o cliente. Ou o próprio cliente pode verificar seu consumo e pedir fechamento diretamente no Módulo do Cliente, onde ele pode inclusive fazer pedido, dentre outras facilidades. Muito prático, não?

Entretanto, independente do sistema poder ser operacionalizado sem papel, sabemos que existem velhos hábitos em relação ao papel e também que muita gente ainda precisa dele para ter mais confiança no sistema e em seu fluxo. Sendo assim, o e-buteko seria muito egoísta e negligente se não se adaptasse a essa situação. E se adaptou. Aliás, já nasceu adaptado. Se assim não fosse, estaria impondo seu modus operandis ao estabelecimento e não viabilizando o modus operandi do estabelecimento na utilização do sistema.

Atualmente o e-buteko trabalha com três tipos de impressora: A4 tradicional (A4), Térmica 57mm (T57) e Térmica 80mm (T80). Pedidos, contas e conferências de consumo podem ser impressos em qualquer uma delas, de acordo com a realidade do estabelecimento

E, mais ainda sobre os pedidos, o e-buteko permite ser facilmente e previamente configurado de tal maneira que o pedido seja impresso automaticamente em qualquer impressora (A4, T57, T80) e em quantas vias/cópias desejadas pelo estabelecimento (por exemplo, 2 vias, uma vai para a cozinha e outra fica com o cliente) na hora que o pedido é feito e lançado no sistema.

Analisando então àquela afirmativa inicial que diz que “Uma gestão moderna de bares e restaurantes deve ser operacionalizada para funcionar sem impressora ou papel“. Ela é verdadeira? Entendo que é, mas com um adendo. Ele deve ser operacionalizado para funcionar sem papel, sim, mas não deve deixar de lado a opção de funcionar sem papel, senão perderia um dos requisitos mais importantes em um sistema: sua adaptabilidade.

Ou seja, o papel existe – e acredito que vai continuar existindo – por um bom tempo. Uma boa gestão tem de olhar o futuro, mas não deixando de caminhar com a sua própria velocidade e não na velocidade imposta de um sistema.

E você, o que acha disso? Dê sua opinião.

About Jonga Werther

Jonga Werther é um profissional de tecnologia com mais de 30 anos desenvolvendo softwares. Tem sua própria consultoria/empresa (Desenvolva) e também é professor universitário na área de computação. É fã de esportes, principalmente judô, esporte que ele pratica há mais de 40 anos. Ainda é adepto de bares e boemia, sendo proprietário também de um pequeno restaurante. Quer saber mais sobre Jonga? Clique aqui

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